Calvície feminina: como cuidar?

Você sabia que a calvície atinge 42 milhões de brasileiros e que 50% das mulheres sofrem com algum tipo de queda dos cabelos? Esse dado da Sociedade Brasileira de Cabelo comprova que se você sente que tem perdido cada vez mais fios, você não está sozinha.

A calvície feminina é um tema sensível que envolve não apenas a perda de cabelo, mas a insegurança e autoestima da mulher. Mas nos primeiros sinais de mais fios no pente após a escovação ou no chão do box depois do banho, o que fazer?

Saiba como identificar se a sua perda de fios é de fato um indicativo de calvície, quais os tratamentos possíveis para esse tipo de queda e o que realmente interessa: tem cura?

O que é a calvície? 

A calvície, ou alopecia, é uma condição que provoca a perda temporária ou definitiva do cabelo, que pode ser no couro cabeludo ou em outra região do corpo.

Essa perda de fios pode acontecer em qualquer idade (na juventude ou na velhice), de maneira total ou parcial, fazendo com que a região fique lisa, ou seja, sem a cobertura de pelos que havia anteriormente. 

Quais são os primeiros sinais da calvície feminina? 

Antes de uma queda gigantesca dos fios e da calvície em si, a saúde capilar fica comprometida e começa a dar alguns sinais de que algo não está certo. Se você:

  • notou que o cabelo está caindo mais do que o normal;
  • que os fios estão mais finos;
  • um clareamento da cor do cabelo;
  • menor densidade capilar (quantidade de fios);
  • e alguns pontos sem cabelo na cabeça.


Está na hora de buscar ajuda profissional para avaliar o cenário e se é o caso de calvície feminina.

O que causa a calvície feminina?

Após o diagnóstico de alopecia, é muito importante entender o que causou a queda de cabelo aguda. Há diversos fatores que, isoladamente ou em conjunto, podem desenvolver a calvície, mas os principais são os seguintes:

  • Genéticos: se refere a uma possível herança genética, ou seja, condição herdada do pai ou da mãe que gera a queda.
  • Hormonais: diz respeito a possíveis desequilíbrios hormonais ligados a algum problema na tireoide que afeta também o cabelo.
  • Nutricionais: uma dieta com deficiência de nutrientes podem ocasionar anemia e outros tipos de doenças que afetam a saúde capilar.
  • Emocionais: eventos extremos emocionais, como o estresse e a depressão, podem desencadear queda capilar.
  • Ambientais: causas externas também podem desequilibrar o crescimento dos fios, como procedimentos químicos e uso excessivo de calor.

Quais são os tipos de alopecia? 

Dependendo da causa da alopecia feminina, essa condição é dividida em 3 tipos diferentes: androgenética, areata e difusa. Conheça melhor cada uma delas:

1) Alopecia androgenética

Também conhecida como calvície comum ou alopecia androgênica, a alopecia androgenética é o tipo mais comum e costuma atingir mulheres mais velhas. Esse tipo de alopecia é causada por herança genética e por disfunções hormonais, emocionais ou nutricionais. 

A principal característica da alopecia androgenética são clareiras nas partes laterais da cabeça, criando as populares “entradas no cabelo feminino”.

2) Alopecia areata

A alopecia areata ainda tem causa desconhecida, mas é muito atribuída a fatores emocionais, como o estresse, e a queda de cabelo nesse tipo ocorre pela inflamação dos folículos capilares.

A perda de fios na alopecia areata acontece em áreas específicas e de maneira irregular no couro cabeludo, podendo ser diferente entre as mulheres afetadas.

3) Alopecia difusa

Esse tipo de alopecia consiste em uma perda de cabelo generalizada, ou seja, por todo o couro cabeludo. A alopecia difusa também é conhecida como eflúvio telógeno.

Neste caso, os folículos capilares pulam um dos estágios do ciclo de vida do cabelo, a fase anágena (de crescimento) e vão diretamente para a telógena (queda).

A calvície feminina tem cura?

É claro que a primeira pergunta que vem à mente em quem ganha o diagnóstico de calvície feminina é se ela tem cura. E a resposta é: depende do tipo.

A alopecia androgenética tem cura? Não, porém, é possível reduzir os efeitos com tratamento adequado.

A alopecia areata tem cura? Sim, o quadro pode ser revertido com tratamentos específicos, mas pode não acontecer com todas as pessoas.

A alopecia difusa tem cura? Sim, pois esse tipo de alopecia é mais temporária, fazendo com que os fios voltem a crescer com o tempo.

Qual o tratamento para alopecia feminina?

O tratamento para alopecia feminina também vai depender da causa, ou seja, em qual tipo ela se encaixa. Porém, apenas um profissional especializado vai poder fazer esse diagnóstico e indicar o tratamento mais adequado. Descubra possíveis tratamentos para os diferentes tipos de alopecia feminina:

Tratamento de crescimento e antiqueda: uso de produtos que possuem ativos que promovem um crescimento acelerado ou que reduzem o risco de queda. A linha SOS Bomba possui eficácia comprovada nos dois tratamentos com S.O.S Bomba Original e S.O.S Bomba Antiqueda.

Equilíbrio hormonal: uso de medicamentos que fazem a adequação dos níveis hormonais que podem estar inibindo o crescimento dos folículos capilares. Esse tratamento só pode ser feito com prescrição e acompanhamento médico.

Suplementação nutricional: tratamento que visa identificar a deficiência de nutrientes ligados à queda de cabelo e fazer a suplementação nutricional via alimentação e medicação. Este caso também deve ser acompanhado por um especialista.

Estímulo elétrico: tecnologia que impulsiona o crescimento capilar através de estímulos elétricos, com um laser de baixa potência, no couro cabeludo. Além de ser feito por um profissional capacitado, esse tratamento pode levar um tempo para dar resultado.

Micropigmentação capilar: método que não reverte a alopecia em si, mas camufla a falta de fios em certas regiões. Similar a uma tatuagem, a micropigmentação produz um pontilhismo degradê que dá a impressão de maior quantidade de fios.  

Transplante capilar: tratamento mais invasivo que retira folículos capilares da região da nuca e transplanta, fio por fio, na área afetada pela alopecia. Quando bem-sucedido, os fios passam a crescer normalmente na área transplantada.  

Agora que você já sabe o que causa a calvície feminina e que você pode tratar esse problema, busque ajuda médica para entender o seu caso ou compartilhe esse conteúdo com quem está enfrentando a tão temida queda capilar! 

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