Quando eu resolvi fazer as pazes com o meu corpo

Amor-próprio

Oi geeente! Tudo bem? Espero que sim! Pois eu estou ótima. Sou Caroline Lima e hoje estou aqui falar de um tema superbacana, que é: “quando eu resolvi fazer as pazes com o meu corpo? ”. Então, vamos lá!

Vou começar contando um pouco da minha história: desde criança sempre fui muito magra, isso por conta da minha genética que veio da família do meu pai. Até então, era normal e só virou um problema na minha adolescência, onde as meninas passam pela transição de menina/mulher.

Sei que essa época é um momento de insegurança em vários quesitos e foi bem entre os 15 e os 16 anos que parei para ver o quão insegura eu era com o meu corpo. Já tinha também alguns apelidinhos na escola que pesavam bastante e, por isso, fui mega complexada pela falta de seios.

Ver todas minhas amigas usando sutiã e ter mais peso me deixava tensa a ponto de usar duas calças pra parecer mais cheinha, usar dois tops pra aparentar ter volume no busto. A minha neura era tão grande que praia era sempre um momento de tensão! Jamais ficava na areia pegando sol, corria para o mar para me esconder.

Até que, aos meus 18 anos, eu vi que de fato não iria mudar e quis colocar silicone nos seios, para me sentir mais mulher (vê se pode uma coisa dessas?! Rs). Comecei a pesquisar preços e médicos, mas acabei desistindo por medo. Porém, seguia insatisfeita com meu corpo e, por isso, entrei na academia – minha esperança era ganhar uns quilos na balança, quem sabe assim esquecia a falta de peito.

Com 20 para 21 anos fui mãe do meu primeiro filho, claro que meu corpo mudou, e muito! Fui dos 43 kg para os 70kg na gestação, sem medo de ser feliz. Depois no pós-parto foi caindo e eu voltei a ser magra, só que foi engraçado porque isso já não me afetava tanto.

Passaram 3 anos e tive mais um filho (também encerrei por aí, rs) e confesso que senti ter parado com a neura do corpo. Acho que na segunda gravidez e no pós parto eu já estava bem tranquila em relação a ser magra. Acho até que a maternidade tenha amadurecido isso em mim. Hoje, com os meninos de 3 e 6 anos meu corpo está ‘’ok’’, não me sinto mais mal com ele, continuo sendo magrinha mas, sem ter vergonha disso.

Ah! Tem um ano que passei por uma situação que mexeu um pouco com a minha auto-estima: modelar para uma marca de roupas e não ter nada de busto. Não me sentia confortável, voltei a pensar no silicone… Só que dessa vez sem aquela cobrança e pressão sabe? Estou até vendo isso com calma, quem sabe um dia eu coloque.

E sabe o mais legal disso tudo?! Quando entendi que é minha genética, só passei a me amar…

O importante mesmo é você se permitir! Não sou contra as cirurgias estéticas também, desde que seja consciente, sem neura, sem buscar a perfeição, até porque ela não existe.

Cada um tem a sua individualidade e biótipo. Hoje penso muito assim: tenho saúde? TENHO! Então tá tudo bem. Isso é o principal, o resto, de fato, são detalhes.

Poxa… poderia ficar aqui falando e falando por que esse assunto mexe muito comigo, mas vou ficando por aqui, espero que tenham gostado e refletido sobre seu amor próprio também!

Beeeeijo!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Compartilhe essa Notícia