Cantora veterana, Simone Brown é o quarto talento do projeto “Me Grava Salon Line”

“A música me move. Ela é pra mim como o vento, leva para bem longe, faz viajar e também tem o poder de trazer muita coisa para perto, sejam vivências e experiências”. É assim que Simone Brown, a quarta cantora e compositora revelada pelo projeto “Me Grava Salon Line”, define sua ligação com a música.

Moradora da zona sul de São Paulo, 40 anos, Simone Brown é experiente e conta que sua história com a música começou quando ainda era bem pequena, cantando na igreja: “minha mãe era solista no coral e foi uma grande referência e estímulo para que eu me interessasse pelo canto, pela música, e seguisse essa carreira”.

Simone brown
Simone brown, quarta participante do projeto Me Grava Salon Line

Mais tarde, ela decidiu que seria cantora e tomou a música como profissão. “Eu decidi que seria cantora e, então, passei a pesquisar como eu poderia seguir essa trajetória como uma cantora profissional. Foi aí que eu entrei em um coral chamado Raíz Coral, que foi onde eu gravei o meu primeiro CD. Daí em diante, comecei a fazer shows com esse grupo e, posteriormente, comecei a cantar com outros artistas do segmento gospel e gravar em CDs, DVDs”, comenta.

Simone foi ganhando notoriedade e chegou a participar de programas de televisão como backing vocal, acompanhando artistas como Alexandre Pires e Edi Rock, do Racionais Mc’s, chegando a gravar e integrar também shows e turnês.

Me Grava Salon Line  so você

Me Grava Simone Brown

Making of Me Grava Salon Line

Me Grava Salon Line bastidores

Atualmente, apostando em sua carreira solo, Simone fala que a canção “Só Você”, escolhida para a gravação em estúdio, com produção musical de Max de Castro e com o apoio do Spotify Brasil, faz parte de uma história pessoal e é uma composição em conjunto com um parceiro de música. “Tive essa oportunidade da Salon Line, de gravar uma das minhas músicas, que é uma composição minha com Elias Inácio. Muitas das composições que eu faço, às vezes, são referentes ao que eu vivi ou o que eu vivo, algo muito pessoal meu, ou determinadas canções também cumprem um estímulo de coisas que eu vejo. Mas essa em particular tem algo pessoal meu, tem muito de mim, de uma experiência que eu vivi. Então, existe sim uma pessoa que eu tô contando essa história, tem um “arroba” nessa música”, sorri ao comentar. 

No processo de gravação em estúdio, ela conta que a visão de Max de Castro fez toda a diferença e transformou sua música em uma joia rara: “quando a gente gravou ela era basicamente uma pedra bruta. Eu compus com o Elias e cantamos eu e ele, voz e violão. O Max pegou isso e transformou em um diamante, uma pedra preciosa. Eu gostei muito do resultado. Ele é um excelente produtor, as outras canções das outras meninas ficaram lindas. A minha ele trouxe uma emoção, um sentimento. Eu estava muito curiosa para vê-la pronta, depois de todas as mudanças que ele fez, e eu amei. Achei sensacional. Ficou um diamante mesmo”.

Questionada sobre como se manter autêntica depois de tantos anos de carreira, Simone é enfática: “eu sempre busquei ter a minha verdade, a minha essência e transmitir para as pessoas o que eu sou. Cantar do meu jeitinho, transmitir a minha energia, força, meu talento, minha arte, do meu jeito. Ser sempre eu. Ser sempre Simone. 

Para artistas maduras, que assim como ela buscam espaço dentro do mercado da música, Simone deixa um recado inspirador: “se realmente essa for a sua convicção, sua missão ninguém pode dizer o contrário. Siga e continue correndo atrás do seu sonho, que faz sentido para a sua vida. Insista! 

Ficou imaginando sua canção autoral sendo o próximo sucesso por aqui? Então, já sabe! Grave seu vídeo e publique no Instagram com a hashtag oficial #MeGravaSalonLine. Queremos te ouvir!

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