Nova aposta do Me Grava Salon Line: conheça a Babie

Carioca de Jacarepaguá, Bárbara Rangel, de 25 anos, artisticamente chamada de Babie, é a nova aposta do Me Grava Salon Line, projeto desenvolvido para valorizar novos cantores e compositores pelo Brasil, com direção musical do cantor e produtor Max de Castro e  apoio do Spotify Brasil.

Babie conta que sua paixão pela música começou cedo, quando ainda era criança. “Eu tinha uns 7 ou 8 anos quando achei o violão do meu pai em um armário e pedi para fazer aula de música. Fiz aulas de violão durante anos, com um professor que virou meu amigo. Teve um dia que ele chegou no meu pai e disse ‘ela canta, bota ela numa aula de canto’. E aí, meu pai me colocou para estudar canto e, desde então, eu passei a cantar e tocar violão em todos os lugares que eu ia: nas festas, na escola, em todo lugar”.

Babie tocando guitarra

Mais velha, aproveitou as redes sociais para mostrar seu trabalho e, em 2013, teve a ideia de gravar um vídeo cantando e publicou no Youtube. “Era um rap, uma música que eu gosto muito, gravei despretensiosamente e subi o vídeo. Deixei lá e pensei que não daria em nada, mas, pouco tempo depois, uma amiga minha me mandou uma mensagem dizendo que tinha várias visualizações e comentários. E, realmente, tinha umas cem mil visualizações, com comentários pedindo para eu cantar mais. A partir daquele momento, eu pensei ‘cara é isso que eu quero para minha vida’. Eu achava que cantar era uma coisa minha , comigo mesma, mas quando eu comecei a postar os vídeos e vi as mensagens de incentivo das pessoas, isso me motivou muito a querer viver de música. Eu vi que o meu canto estava impactando outras pessoas.”, conta.

Ao longo da carreira, ela lembra que foram muitos altos e baixos. Babie chegou a assinar contrato para lançar três músicas, mas o projeto não foi para frente. “Me deu um desânimo a ponto de parar um pouco com a música. Mas, logo depois, eu vi que não podia desistir. Em todos os momentos da minha vida eu corri para a música, felizes ou tristes, e até mesmo como desabafo, uma coisa que eu não queria falar pra ninguém eu botava para fora através da música”. Assim como um período doloroso de sua vida que foi a perda da mãe, ela fala: “Quando eu perdi a minha mãe, eu tinha acabado de fazer 18 anos, estava me descobrindo. Meu pai ficou muito mal e minha irmã também. Eu tive que assumir um papel que eu nunca tive que era o de ser muito responsável e tentar unir a família de novo. E, a partir desse momento, eu comecei a crescer e fiquei mais próxima da música. Eu falo que a música me salvou nesse momento. Se não fosse a música eu não sei o que teria acontecido”.

Babie e o cantor e produtor Max de Castro Babie e o Alexandre Manisck Babie, Alexandre Manisck e o cantor e produtor Max de Castro

Apesar de tudo, Babie nunca desistiu de seus sonhos. Ela diz que tudo fluiu para que chegasse até este momento de realização. “Eu decidi que não ia tirar a música da minha vida por uma situação que não deu certo. E, então, eu continuei e as coisas foram fluindo, até chegar na Salon Line. Esse momento foi como um tapa nas minhas costas dizendo ‘não desiste agora, não para’, porque eu já tava aceitando a música como hobby. A música é tudo pra mim, se não fosse ela, eu não sei onde eu iria colocar meus sentimentos, as minhas visões de futuro, as coisas que eu almejo, as coisas que eu acredito, meus princípios e meus ideais”.

A menina mulher do sorriso largo marcou a hashtag do projeto em um vídeo e conta que não imaginou que pudesse ser notada. “Eu soube do Me Grava Salon Line pelo Instagram, em um stories da Gabi Moretti. Eu vi e já quis gravar. Mas eu postei, botei a hashtag e pensei ‘ah, eles nunca vão ver porque é uma empresa gigante’ e vocês viram. Eu acho esse projeto maravilhoso porque normalmente quando as empresas fazem um projeto elas focam nela, elas querem passar a mensagem delas, muitas empresas não estão nem aí para os artistas, e a Salon Line, não. O tempo inteiro que eu to aqui, o foco tem sido em mim. Vocês estão abrindo portas para nós artistas independentes que, às vezes, a pessoa tava desistindo e vocês deram esse ânimo. Para mim, é impressionante o projeto e é maravilhoso ver uma uma empresa fazendo isso com artistas independentes, dando esse incentivo, o que é muito difícil nesse meio”.

Durante a gravação do single, a sintonia entre a jovem cantora e o produtor Max de Castro era nítida. “Foi bizarro gravar com o Max, a gente entrou em uma sintonia ali que foi uma conexão imediata, a gente até brincou que foi amor à primeira vista. Ele falava um som que eu podia fazer na música e encaixava certinho. Tanto que quando eu ouvi a última versão da música, eu chorei. Eu estava esperando uma coisa e foi muito acima, me surpreendeu demais. A minha sintonia com o Max foi tão forte que a gente se entendia em tudo, a música foi caminhando sozinha, foi automático, desde a voz até a primeira batida que eu ouvi, a gravação do violão, da guitarra, tudo foi natural, por isso que eu fiquei tão impressionada”, ela diz.

Com influências de cantores como Justin Bieber, Bruno Mars, Filipe Ret, Xamã e até Anitta, ela fala que o resultado foi importante para marcar seu estilo musical: “antes eu não tinha muito um estilo de som, eu sempre falava que era um mix de coisas, agora com o Max, quando eu ouvi essa música, eu tive certeza e me identifiquei, me vi representada. É um pop com uma pegada rap. A canção dá pra sentir a energia que eu tava. Eu acho que eu tinha medo de assumir meu estilo antes, porque eu não sabia o que as pessoas iam achar, mas agora eu assumi para mim e para o mundo”, finaliza

Viu como as chances de ser o próximo talento são grandes? Se você tem uma música autoral, grava seu vídeo e marque com a hashtag oficial #MeGravaSalonLine. Quem sabe você não é o próximo a ser entrevistado por aqui, né? E se você não é essa pessoa, mas tem um amigo que manda bem na música, indique. Queremos ouvir novas vozes!

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