Se conselho fosse bom…

Depois das onze

A indecisão não é uma característica exclusiva dos nossos amigos librianos. Dê mais de uma opção para qualquer ser humano do planeta e pronto: instaura-se o caos! Tudo tem seus prós, mas tudo também tem seus contras – e, por Deus, por que a cada segundo uma nova opção surge parecendo ainda mais tentadora que as passadas? É difícil decidir. Seja o que for.

Namorar ou ficar solteira? Casar ou comprar uma bicicleta? Verão ou inverno? Doce ou salgado?

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Mas, parte da gente acha que o bonito da vida está no ato de tomar decisões: o caminho que você percorre para chegar em uma conclusão do que fazer é mais engrandecedor do que a decisão em si. Deu para entender? Tá, vamos com calma. Vamos supor que você precisa escolher entre largar ou não um trabalho que não te faz feliz, mas paga suas contas. Você põe na mesa todos os seus sonhos, todas as suas conquistas, as suas falhas e também as suas dores – suas responsabilidades brigam constantemente com a sua espontaneidade. O processo é tão desafiador que, independentemente da decisão tomada, algo em você já foi modificado para sempre. O bonito da indecisão é isso: nada fica igual depois de despertar uma dúvida.

E esse processo árduo da escolha nos faz acreditar que a resposta, a luz no fim do túnel, está no outro. Pedimos mil conselhos, conversamos sobre mil possibilidades, reunimos os amigos e desabafamos nossas dúvidas.

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E esse processo é, de fato, de grande ajuda! Mas, não porque o outro tem a chave e, sim, porque não conseguimos bancar o advogado do diabo e acabamos pendendo para um lado da balança e convencendo, de forma inconsciente, os nossos amigos a tomarem a decisão que nós queríamos desde o princípio.

Então, resumidamente, toda e qualquer resposta que você procura está em você mesmo. Sem exceção. A gente sabe que se escutar é difícil, leva tempo, e às vezes você não vai dar ouvidos.

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Mas faz uma forcinha, se ouve.

Esse é nosso conselho.

Se bem que… se conselho fosse bom, né?

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